E se Rousseau estiver errado?
Baseado nas ideias
de Rousseau, politicas educacionais tendem a deixar as crianças livres de
doutrinas disciplinatórias para que as mesmas não sejam influenciadas pelos
"adultos corrompidos" e suas crenças. Para o filósofo iluminista
nascido na Suíça, as crianças nascem puras, isentas de maldades, sem tendencias
a selvageria, ao contrário dos demais animais. Mas se esse pensamento estiver
errado?
Outros pensadores, inclusive com base no darwinismo, acreditam que uma criança é um pequeno selvagem que precisa ser civilizado e para isso é necessário uma educação pautada em princípios de ética e moral, geralmente vigentes na cultura em que a criança está inserida. No caso do mundo ocidental, a religião (Cristã), exerce muito bem esse papel (mesmo eu não concordando com a doutrinação através do medo de um castigo divino).
O catolicismo, protestantismo, calvinismo e outras raízes sérias da doutrina Cristã tem feito muito mais pela civilização ocidental que qualquer governo que já tenha existido (Mesmo que, ao longo da história encontremos casos onde a religião só prosperou com a ajuda do governo, mas isso não vale para os dias atuais).
A religião está em declínio, e isso é fato visível. O problema que se observa em países subdesenvolvidos, com um sistema de educação ineficaz como o nosso, é que não há substituto para a religião que possa manter nosso grau de civilidade. Um pseudo-ateísmo vem surgindo entre os jovens, e sem nada para agregar. A liberdade, usada como justificativa para os "contra religiões", é oca, sem conteúdo, ao contrário do ateísmo que observamos nos países escandinavos. Esses construíram um código de ética baseado em valores ancestrais, paternais, tão disciplinatórios quanto o cristianismo.
No caso do Brasil, um "ateísmo religioso" vem tomando o lugar das religiões tradicionais. Tão dogmáticos quanto o catolicismo, essa nova doutrina enxerga no "politicamente correto" uma espécie de "Tábuas dos dez mandamentos". Apesar de falar em amor a todas criaturas, não medem esforços para silenciar aqueles que pensam diferente. Essa é a finalidade do politicamente correto; O nivelamento das opiniões, e consecutivamente do comportamento.
Casamentos pluralistas, aborto e liberação das drogas são ideias defendidas por essa nova religião. Mesmo aqueles que não concordam plenamente com alguma delas, "respeitam" a liberdade de pensamento, mas, somente se você não defender valores tradicionais, pois nesse caso você é um párea, anátema e que precisa ser "combatido". Mostrar os seios em frente de uma igreja, ou introduzir objetos sacros no anus pode. É liberdade de expressão. Mas dizer que não podemos receber imigrantes devido nossos problemas econômicos não pode, pois é rotulado de "discurso de ódio".
Outros pensadores, inclusive com base no darwinismo, acreditam que uma criança é um pequeno selvagem que precisa ser civilizado e para isso é necessário uma educação pautada em princípios de ética e moral, geralmente vigentes na cultura em que a criança está inserida. No caso do mundo ocidental, a religião (Cristã), exerce muito bem esse papel (mesmo eu não concordando com a doutrinação através do medo de um castigo divino).
O catolicismo, protestantismo, calvinismo e outras raízes sérias da doutrina Cristã tem feito muito mais pela civilização ocidental que qualquer governo que já tenha existido (Mesmo que, ao longo da história encontremos casos onde a religião só prosperou com a ajuda do governo, mas isso não vale para os dias atuais).
A religião está em declínio, e isso é fato visível. O problema que se observa em países subdesenvolvidos, com um sistema de educação ineficaz como o nosso, é que não há substituto para a religião que possa manter nosso grau de civilidade. Um pseudo-ateísmo vem surgindo entre os jovens, e sem nada para agregar. A liberdade, usada como justificativa para os "contra religiões", é oca, sem conteúdo, ao contrário do ateísmo que observamos nos países escandinavos. Esses construíram um código de ética baseado em valores ancestrais, paternais, tão disciplinatórios quanto o cristianismo.
No caso do Brasil, um "ateísmo religioso" vem tomando o lugar das religiões tradicionais. Tão dogmáticos quanto o catolicismo, essa nova doutrina enxerga no "politicamente correto" uma espécie de "Tábuas dos dez mandamentos". Apesar de falar em amor a todas criaturas, não medem esforços para silenciar aqueles que pensam diferente. Essa é a finalidade do politicamente correto; O nivelamento das opiniões, e consecutivamente do comportamento.
Casamentos pluralistas, aborto e liberação das drogas são ideias defendidas por essa nova religião. Mesmo aqueles que não concordam plenamente com alguma delas, "respeitam" a liberdade de pensamento, mas, somente se você não defender valores tradicionais, pois nesse caso você é um párea, anátema e que precisa ser "combatido". Mostrar os seios em frente de uma igreja, ou introduzir objetos sacros no anus pode. É liberdade de expressão. Mas dizer que não podemos receber imigrantes devido nossos problemas econômicos não pode, pois é rotulado de "discurso de ódio".
Russell Kirk deixa
muito evidente em sua monumental obra "A politica da prudencia" o que
pode acontecer com a civilização ocidental caso o cristianismo venha a ruir.
Seria muito pior do que aconteceu com a Europa com a queda de Roma, e para
provar isso basta olharmos ao nosso redor. Temos umas das mais perigosas gerações
da história da humanidade. Cegos pela nova religião e crentes de que possuem o
poder de dar um "reset" na sociedade atual e construírem uma nova,
pautada no politicamente correto e na "tolerância condicionada", e
negar que Rousseau não teve participação nisso é negar o óbvio. Nascemos
perfeitos e puros, isentos de selvageria e maldade? Ou precisamos ser
civilizados para que a convivência harmoniosa possa continuar existindo? A
geração "ateísta" responde a questão, sem abrirem a boca. Basta os
observarmos.

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